Muita gente não tem conhecimento, mas a nossa propensão genética a ter problemas de saúde situa-se na estreita faixa de 18 a 20%. Isso quer dizer que, se temos problemas de saúde, cerca de 80% da causa se deve ao nosso estilo de vida, ou seja, aos hábitos que cultivamos, principalmente os alimentares. E, se a principal causa está no estilo de vida, isso significa que podemos modificá-lo, reduzindo consideravelmente nossa propensão a doenças.
Sabemos que a adoção de hábitos alimentares saudáveis desde a infância, continuada na vida adulta, garante uma redução significante dos riscos de doenças crônicas não transmissíveis, decorrentes de uma alimentação deficiente em nutrientes e fitoquímicos.
Sabemos também que o estado nutricional de um indivíduo é indicador positivo de saúde e, por isso, a nutrição humana é uma das áreas mais importantes do ponto de vista da saúde e bem-estar das populações.
Assim, a alimentação não é condição única para definição da saúde, mas é o requisito básico para sua promoção e sua proteção, uma vez que não se pode alcançar ou manter um estado de saúde satisfatório sem uma alimentação suficiente, completa, harmoniosa e adequada.
Os nutrientes que obtemos dos alimentos e suplementos ajudam a reparar e melhorar o funcionamento do organismo. Proteínas, vitaminas, minerais, ácidos graxos e uma série de substâncias químicas encontradas nas frutas e vegetais são alguns dos nutrientes necessários à saúde.
Entre a saúde e a doença, curiosamente, inimigo e defensor têm a mesma forma: alimentos. E cabe exclusivamente a cada um de nós, mediante a criteriosa escolha daquilo que ingerimos, determinar se um inimigo ou um defensor entrará no seu organismo, seja na forma de alimento ou de suplemento alimentar.
Procure sua nutricionista!
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19.6.09
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